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As linhas coloridas que formam desenhos e contam histórias. Esse trabalho de entrelaçar a agulha e as linhas, realizado há gerações pelas bordadeiras de Burarama, vai virar livro e uma exposição online nas mãos do projeto Bordei, realizado pela Caju Produções em parceria com a Associação de Moradores de Burarama, sediada em Cachoeiro de Itapemirim (ES).

Crédito: Mariângela Grillo Fassarella

A 1ª Mostra de Bordados & Memórias de Burarama ocorre por meio do Instagram das Meninas Bordadeiras de Burarama no endereço @bordadeirasdeburarama, a partir desta segunda-feira, 5 de abril. A mostra trará 38 bordados realizados pelas Meninas Bordadeiras de Burarama, que foram selecionados para o Bordei. Para acompanhar, basta seguir a página e conhecer mais do trabalho e história dessas mulheres. O livro do Bordei está previsto para o início de maio e vai trazer bordados e histórias de 34 bordadadeiras.


O Bordei recebe apoio da Lei Aldir Blanc, por meio da Secretaria da Cultura do Espírito Santo (Secult) e da Secretaria Especial da Cultura via Ministério do Turismo do Governo Federal.



Bordados

O entrelaçar silencioso das linhas com a agulha é um verdadeiro retrato da identidade cultural dessas mulheres que, por meio dos tecidos, comunicam, registram e representam suas histórias, memórias, vivências e cenas do cotidiano, tão importantes para a preservação e valorização da cultura local.


Os bordados retratam cenas marcantes da vida dessas mulheres, como início de namoro, piqueniques em família, encontros da comunidade, retratos da fé, entre outros temas.


O grupo Meninas Bordadeiras de Burarama, sob este nome, completa 16 anos em 2021, mas o projeto de ensinar bordados à comunidade já existe desde 1973, uma cultura local que ultrapassa gerações. Hoje, o grupo conta com mulheres de todas as idades.


Segundo a bordadeira Mariângela Grillo Fassarella, uma das criadoras do grupo, esta é a primeira vez que as Meninas Bordadeiras de Burarama vão expor os trabalhos online. "Os bordados contam sobre nossas vidas, de cada particularidade nossa. São memórias e lembranças de momentos que vivemos entre risadas e choros. Eternizar isso na mostra online e no livro será um marco no coração das pessoas", afirmou Mariângela.


Crédito: Renata Pancini Grillo

Caju Produções

A Caju Produções foi fundada em 2001 e atua em quatro pilares: música, cinema, arte e memória, tendo como especialidade a realização e produção de eventos e de ações de cunho artístico, social, educacional e ambiental no contexto da cultura em suas mais diversas esferas de conhecimento. Realiza ainda outras importantes ações na área cultural, como os festivais Cine.Ema e o MoV.Cidade.


Meninas Bordadeiras de Burarama

Formam um grupo de mulheres do distrito de Cachoeiro de Itapemirim (ES), que se uniram com o objetivo de passar conhecimento e formação para crianças em aulas semanais realizadas na escola da comunidade. A turma de bordado é formada por crianças e adolescentes com idades variadas. Elas aprendem primeiro os pontos de bordado, fazendo um paninho de amostra com variados pontos: atrás, haste, corrente, nó português, palestrina, nó francês, sombra, anzol, espinho, margarida, etc. O propósito do grupo é transformar a realidade social, bordando produtos que possam ser exportados e vendidos, gerando renda.


Associação dos Moradores de Burarama

Existente desde 1955, a entidade atua de forma a trazer a união dos moradores e a unificar os trabalhos em prol da comunidade do distrito. Atua ainda no auxílio às pessoas carentes do local e no apoio à projetos como das Meninas Bordadeiras de Burarama, Café Amigo com os Idosos, entre outros.


Serviço

1ª Mostra de Bordados & Memórias de Burarama

Quando: A partir de segunda-feira (5 de abril)

Onde: No instagram @bordadeirasdeburarama


Assessoria de Imprensa:

Ricardo Aiolfi | (27) 98149-8427

comunica.caju@gmail.com

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São os últimos dias para os interessados inscreverem seus vídeos e/ou roteiros/argumentos no Concurso Geração MoV.Cidade. As inscrições vão até esta sexta-feira (2) e podem ser feitas por meio do link: https://linktr.ee/movcidade .


Ao todo, serão selecionados dez trabalhos de cada categoria: a) Vídeo; b) Roteiro/Argumento. Os trabalhos em vídeo selecionados serão divulgados em uma Mostra Online, por meio das redes sociais e do site da Caju Produções e do MoV.Cidade. E mais: Os cinco melhores trabalhos de cada categoria serão premiados com R$ 500 em dinheiro.


O Concurso Geração MoV.Cidade é uma realização da Eva Comunicação, em parceria com a Caju Produções. O concurso utiliza recursos federais da Lei Aldir Blanc, por meio do apoio da Secretaria da Cultura do Espírito Santo (Secult-ES).


Quem pode se inscrever

Podem se inscrever os interessados que tenham entre 14 e 60 anos de idade, profissionais ou não, moradores de qualquer cidade do Espírito Santo, tendo preferência àqueles que residirem nos municípios no entorno do Rio Doce, tais como Baixo Guandu, Colatina, Marilândia e Linhares.


O concurso aceita vídeos de até cinco minutos, feitos preferencialmente por dispositivos móveis e editados em apps gratuitos de edição de vídeo. A linguagem audiovisual também é livre. Já os roteiros podem ter até 10 páginas e os argumentos até uma página.


Oficinas Online

Os interessados em participar ainda contam com uma ajuda dos cineastas Monica Nitz e Ricardo Sá que gravaram oficinas dando dicas para colocar suas propostas em prática. As oficinas estão disponíveis no YouTube da Caju Produções. Monica explica sobre o fazer audiovisual na Oficina de Vídeo, enquanto Ricardo Sá fala sobre roteiros/argumentos para documentário e ficção. Para acessar, clique aqui: https://linktr.ee/movcidade.


MoV.

O Concurso faz parte da terceira edição do MoV., um movimento que surgiu em 2018 como uma mostra de criatividade e sustentabilidade que pauta a dinâmica nos centros urbanos em linguagem de cinema, música, performance, fotografia e debates temáticos, além de outras atividades de formação artística e cultural.


O MoV. se propõe a provocar a relação das pessoas com os territórios em que habitam e pautar temas como: mobilidade urbana, ocupação e esvaziamento de espaços públicos, novas tecnologias, economia criativa, processos participativos, protagonismo de comunidades, representatividade urbana, cidade e consumo, o corpo na cidade, cidades humanas e inteligentes.


Produtoras

O Concurso Geração MoV.Cidade é fruto da parceria das produtoras culturais Eva Comunicação e Caju Produções. A Eva Comunicação é uma produtora cultural criada há 17 anos com foco em projetos e ações educativas, que trabalhem comunicação e artes. A Caju Produções foi fundada em 2001 e atua em quatro pilares: música, cinema, arte e memória, tendo como especialidade a realização e produção de eventos e de ações de cunho artístico, social, educacional e ambiental no contexto da cultura em suas mais diversas esferas de conhecimento.


Serviço

Últimos dias de inscrição no Concurso Geração MoV.Cidade – Vídeo & Roteiro ou Argumento

Prazo: Até 2 de abril

Regulamento, inscrições e oficinas: https://linktr.ee/movcidade

Categorias: a) Vídeo; b) Roteiro ou Argumento.

Classificação: Os dez melhores de cada categoria

Premiação: R$ 500 para os cinco melhores de cada categoria

Realização: Eva Comunicação e Caju Produções, com recursos federais da Lei Aldir Blanc


Assessoria de Imprensa:

Ricardo Aiolfi | (27) 98149-8427

comunica.caju@gmail.com

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A última noite do II Festival Rota Instrumental traz quatro estrelas da música instrumental capixaba para ninguém ficar parado. São eles: Jura Fernandes, Wanderson Lopez, Chachachangos e Heptasopro. O repertório inclui Samba, MPB, Congo, Jazz, Choro e até Tango. Já reserva seu lugar no sofá no sábado (27) a partir das 18 horas e aproveite música capixaba da mais alta qualidade. As apresentações ocorrem pelo Instagram dos artistas no horário agendado.


O Rota Instrumental – Outras Rotas é uma realização da Caju Produções com recursos federais da Lei Aldir Blanc, por meio da Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo (Secult).



Atrações



@jurafera

O músico Jura Fernandes abre o último dia do Festival Rota Instrumental mostrando que instrumentos modernos podem conservar e inovar ritmos com características ancestrais. Isso porque a guitarra de Jura une o congo e pop, uma mistura que contribuiu para divulgar parte da cultura capixaba pelo Brasil. O show "Guitarra Canta Congo" ocorre no sábado às 18 horas no instagram @jurafera. Jura Fernandes explora os sons dos tambores e casacas com guitarras distorcidas, gerando um novo som, numa forma de mostrar que a música instrumental pode ser popularizada.


A paixão do músico pelo Congo vem dos tambores da Barra do Jucu no início dos anos 2000, quando foi um dos criadores da banda Casaca. Em sua trajetória, estão ainda sua presença na banda Forró Bemtivi e Hot Club Vitória, além de uma temporada de shows na França, com apresentações importantes como EuroDysney e Blunote é Favela Chique.



Crédito: Ariny Bianchi

@wandilopez

O violonista Wanderson Lopez apresenta seu show "Concerto na sala" a partir das 19 horas no instagram @wandilopez. No musical, apresenta obras escritas e arranjadas para violão de oito cordas. O músico, além de violonista, é multi-instrumentista, compositor, arranjador, professor e artista plástico. Na carreira musical, coleciona discos-solo e em projetos que incluem o Baobab Trio e o Orizzonti 6. O último trabalho musical de Wanderson é uma homenagem ao Rio Doce e os fluxos da vida, num diálogo do jazz atual, com o impressionismo e com a música brasileira.




Chachachangos

@chachachangoss

A mistura de ritmos vai ser o marco da apresentação de Chachachangos com um repertório marcado pelo gypsy jazz, latinidades e clássicos do jazz ao som do violão cigano, clarineta e escaleta. A apresentação da dupla, formada por Julio Camelo e Bastian Herrera, ocorre às 20 horas no instagram @chachachangoss. Dentre as inspirações da dupla, estão o Jazz Cigano, Cúmbia (música típica da Colômbia) e o Tango. O Jazz Cigano é uma tendência musical iniciada na década de 1930, pelo guitarrista Django Reinhardt. O jazzman influenciou músicos norte-americanos com um caminho reverso ao jazz saído de New Orleans.




@heptasopro

O Heptasopro fecha a programação do II Rota Instrumental trazendo um repertório repleto de Choro e Samba. O HeptaSopro é formado por Luciano Furtado ao violão 7 cordas e Matheus Viana na flauta transversal. A apresentação ocorre às 21 horas no instagram @heptasopro. A dupla criou uma identidade própria através de arranjos autorais inovadores, explorando as particularidades dos instrumentos, das canções e de si próprios. O duo tem em suas raízes o choro, que é considerado como a primeira música urbana tipicamente brasileira e ao longo dos anos se transformou em um dos gêneros mais prestigiados da música popular nacional, reconhecido em excelência e requinte. Ambos se espelham em grandes nomes como Hamilton de Holanda, Pixinguinha, Arlindo Cruz e João Nogueira.


Programação

Acesse os canais na hora marcada e se divirta!


25 de março (quinta-feira)

19h – Édney Oliveira – @edneybatera

20h – Lucius Kalic – @lucius.kalic

21h – Marcelo Porto – @marcelo_flute


26 de março (sexta-feira)

19h – Roger Bezerra – @rogerfbezerra

20h – Potiguara Menezes – @potiguara_menezes

21h – Emerson Arsy TrYo – @emersonarsy


27 de março (sábado)

18h – Jura Fernandes – @jurafera

19h – Wanderson Lopez – @wandilopez

20h – Chachachangos – @chachachangoss

21h – HeptaSopro – @heptasopro

Festival

O Festival Rota Instrumental surgiu em 2017 com o oferecimento oficinas e concertos musicais gratuitos ao público em cidades capixabas que preservam patrimônios históricos, como Viana e Domingos Martins, foco da primeira edição do evento. O projeto musical visa ao incentivo do turismo cultural na Rota Imperial São Pedro D'Alcântara, reproduzindo caminhos entre Vitória (ES) e Ouro Preto (MG), abertos no início do século XIX.


O objetivo desta segunda edição do Festival Rota Instrumental - Edição Outras Rotas é explorar os talentos escondidos ao longo das margens do Rio Doce, uma rota alternativa à cidade de Ouro Preto, e dar visibilidade às composições autorais instrumentais de artistas locais. Por meio da distribuição das premiações, contribui ainda com o setor artístico tão prejudicado com a pandemia.


Caju Produções

A Caju Produções foi fundada em 2001 e atua em quatro pilares: música, cinema, arte e memória, tendo como especialidade a realização e produção de eventos e de ações de cunho artístico, social, educacional e ambiental no contexto da cultura em suas mais diversas esferas de conhecimento. Além do Festival Rota Instrumental, realiza outras importantes ações na área cultural, como os festivais Cine.Ema e o MoV.Cidade.


Serviço

II Festival Rota Instrumental

Quando: 25 a 27 de março de 2021

Onde: No Instagram dos artistas selecionados

Valor: Gratuito


Assessoria de Imprensa:

Ricardo Aiolfi | (27) 98149-8427

comunica.caju@gmail.com

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